O Callum do sítio AnastaciaDreams encontrou uma entrevista feita à Anastacia, o ano passado, pela revista Society Living. A cantora integrou a capa e no sítio que já referenciámos podes encontrar as respectivas páginas.
Para leres a entrevista clica em Ler a Notícia Completa.
ANASTACIA: A senhora pequena com uma grande voz
Nesta entrevista exclusiva para o Society Living, a Anastacia fala com o Nicola McGeorge sobre a sua recuperação do cancro da mama e da doença de Crohn, a crição do Anastacia Fund e como é que foi actuar com as divas mais famosas do mundo.
Como é que te envolveste com a música?
Eu ia para as discotecas em Nova Iorque nos anos 80, eu adorava dançar… E eventualmente pediram-me para ir a uma audição do programa da MTV chamado Club MTV. Isto levou-me a ser questionada para aparecer em alguns telediscos, e a seguir um produtor perguntou-me se sabia cantar. Contudo, a minha mãe cantava em teatros por isso nunca pensei que a minha diferente voz fosse apelativa.
És uma superstar na Europa, mas não tão grande nos EUA. Porquê isto – são malucos?
LOL Não faço ideia porquê… Mas estou muito agradecida pela recepção e carreira que tenha na Europa.
O ponto alto da tua carreira?
Cantar com o Elton John nos jardins Madison Square.
Começaste a tua carreira quando actuaste no programa de talento da MTV. O que é que pensas sobre os novos artistas que estão em programas como o X Factor? Tens algum conselho para eles?
Eu não consigo imaginar o que é ser varrido tão rapidamente para o estrelato como os concorrentes de hoje em dia. Eu tinha quase 30 e cantava e tentava encontrar um contracto à quase uma decada. Talvez a parte mais importante da minha história é que não ganhei o The Cut. Fiquei em segundo; pude ter mais sucesso do que o vencedor.
Qual é que são os últimos planos para o próximo lançamento?
Neste momento não tenho nenhum contracto com uma gravadora discográfica. Por um lado, é assustador mas por outro estou mais livre e posso trabalhar com quem eu quiser. Estou contente por estar em digressão e cantar ao vivo para públicos maravilhosos.
Com quem é que gostarias de trabalhar?
Meu, tanta gente! Hmm, Justin Timberlake, Eminem, Take That, Mary J Blige, Pink, Beyonce — para nomear alguns.
O que fazes no teu tempo livre?
Como o meu trabalho me coloca longe de casa, amigos e familia por longos periodos, eu adoro relaxar em casa e cozinhar para amigos.
Que músicas tens no teu iPod?
Tenho uma grande variedade e está sempre em aleatório, de Celine Dion a Jay Z até Pavarotti.
Gostaste de trabalhar em Don’t Stop Believing?
I cared for it! Foi tão deivertido. O meu amigo e eu usamos a espressão “I care for it” à anos… Nós usamo-la para tudo, bom e mau. Eu vejo algo que gosto e digo “I care for it”; ou não gosto de algo e digo “I don’t care for it”. O facto que o programa gostou da expressão foi hilariante, especialmente ouvir pessoas a imitar o modo como digo… Engraçado, engraçado!
Actuaste no VH1′s Divas Live. Estamos mortos por saber qual foi a maior diva?
Foi uma grande honra para mim. Cantei com a Celine Dion, o que ainda parece apenas um sonho. Eu não tinha nenhuma experiencia negativa com alguma diva. Eu estava maravilhada pela divalisciousness destas mulheres: Cher, Mary Blige, Celine, Shakira… Oh meu deus!!!
Tens um grande grupo de fãs homossexuais… Por que é que achas que és tão popular para eles?
Que coisa maravilhora. Eu adoro a comunidade homossexual. Eu acho que eles são os meus únicos fãs dos EUA. Não sei porquê. Mas meu, estou mesmo honrada pelo apoio.
Dedicaste o teu álbum a Lisa “Left Eye” Lopes…o que é que ela significou para ti?
Foi tão triste quando soube da morte dela. TLC era uma força enorme mas infelizmente assinaram um contrato que fez com que fossem as ultimas pessoas a ver o dinheiro que o seu sucesso tinha dado. Ela aparentava ser uma mulher forte e estava a dar o seu melhor para envergar por uma área não explorada dos programas de competições, e a sua vontade de arriscar como apresentadora deu-me a minha carreira. Irei estar-lhe eternamente grata e ela é para mim uma inspiração sempre que decido envergar por novos caminhos na minha carreira.
Fala-nos sobre a digressão “Here Come The Girls…
Bem. Eu tive sorte que a Lulu, que foi a grande mentora por trás desta ideia, pensou que eu poderia ser uma boa pretendente. Um projecto único e arriscado porque era uma ideia de um concerto híbrido: 3 mulheres de diferentes décadas que se juntaram para cantar uma mistura de músicas desde os anos 50 até ao presente. Incluindo algumas da sua própria autoria. A maior parte das músicas é partilhada a nível vocal pelas três mulheres para que a audiência possa apreciar a colaboração mais do que o solo das 3 diferentes artistas. Eu adorei o conceito e não hesitei quando soube que a Lulu e a Chaka Khan faziam parte disto. Divertimo-nos muito e estou muito entusiasmada por termos a oportunidade de fazer outra digressão, com uma nova adição – a Heather Small a substituir a Chaka.
Em Outubro nós fazemos um especial sobre o cancro da mama. Isto é algo que te afectou pessoalmente…
Eu sou feliz em dizer que sou uma sobrevivente: livre do cancro à 6 anos. Eu senti-me tão sortuda por ter sido diagnosticado na fase inicial. Não passou mais de um dia sem que as noticias estivessem na imprensa, por isso de certa forma fui forcada a ser educada e perceber o que estava a enfrentar, muito rapidamente, e a tratá-lo e combatê-lo. Espero que o meu diagnóstico assim como o de outras mulheres famosas, ajude os outros a enfrentar esta doença e a não se sentirem envergonhados. O peito é igualmente bonito depois do cancro!
O teu trabalho de caridade é importante para ti e tu criaste o “Anastacia Fund”…
A Estee Lauder ajudou-me a criar um fundo que se foca nas detecções precoces e investigação nas mulheres mais novas. Eu tinha 34 anos e muitos dos países não incentiva o mamograma antes dos 40; a minha esperança é que isto venha a mudar com o tempo. Também sou uma sobrevivente do Crohn’s. Fui diagnosticada com 14 anos e removi 35 centímetros do meu intestino delgado na altura. Trabalhei com a organização “UK Crohn’s & Colitis” no livro da última digressão.
Que música mudou a tua vida e porquê?
Eu não tenho realmente uma música. Tecnicamente, a minha música “I’m Outta Love” foi a que mudou mais a minha vida.
Alguma vez estiveste em Espanha?
Já estive em Espanha muitas, muitas vezes – A maior parte das vezes Barcelona e Madrid.
Tu tens um amor pela moda…descreve o teu estilo
O meu estilo é uma mistura entre duro e suave. Eu uso calças de ganga e casacos de pele e combino isso com uma camisola com folhos, um lenço de seda e com uns sapatos de salto femininos. Adoro Alexander McQueen, Matthew Williamson e Vivienne Westwood e definitivamente adoro as lojas do comércio de rua: Warehouse, Top Shop, All Saints…
Como te manténs em forma?
Eu tenho muita sorte, tenho bons genes e um metabolismo bastante rápido. Mas agora que tenho 42 anos percebi que o meu corpo precisa de exercício e tenho mais cuidado na alimentação. Faço “Hot Yoga”, treino em circuito e cárdio.
Quais são os teus produtos de maquilhagem favoritos – algum truque?
A Estée Lauder produz um producto incrível chamado Duplo Uso: base, sombra de olhos, lápis de olhos. São todos feitos para durar até à chuva, são incríveis…a maquilhagem não borra!
Estée Lauder make an incredible product called Double Wear: foundation, eye shadow, eye pencils, All are made to stay on even in the rain, and they are incredible….the make-up does not budge!
O que te inspira?
Os meus fãs…o apoio incondicional deles e os desafios que têm nas suas vidas pessoais que partilham comigo.
Bem-vindo ao 


















